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Curso de Mudrá e o Ritmo de Shiva

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Estão abertas as inscrições para estes dois fantásticos cursos!
Informa-te com a equipa da Unidade Antas. Vagas limitadas!

Receita: Batata recheada com cogumelos

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Ingredientes:

4 colheres (sopa) de farinha de trigo

300 gramas de cogumelos mistos

1 dente de alho picado

700 gramas de batatas

azeite

salsa picada

farinha de rosca

sal a gosto

2 ovos

queijo ralado

Preparação:
Ligar o forno à temperatura média. Lavar as batatas, esfregando-as com uma escova e cozinhar inteiras e sem descascar no forno médio, pré-aquecido, por cerca de 30 minutos, ou até que fiquem macias. Se preferir, envolver num papel-alumínio. Limpar e lavar os cogumelos, enxugar com cuidado com um pano e picar em fatias finas. Refogar o alho num pouco de azeite, juntar os cogumelos e deixar cozinhar por alguns instantes, em fogo alto, mexendo de vez em quando. Em seguida, reduzir o fogo, tampar a panela e cozinhar por mais 10 minutos, ou até ficarem macios. Antes de desligar o fogo, acrescentar bastante salsa e acertar o sal. Retirar as batatas do forno, descascar e passar no espremedor, recolhendo o puré numa tigela. Adicionar o ovo, a farinha de trigo e mexer bem até obter uma massa homogénea. Separar a mistura em pequenas porções e modele em forma de batata, colocando no centro uma colherada do refogado de cogumelos. Passar as batatas rapidamente na farinha de rosca e dispor num recipiente untado com azeite. Adicionar o queijo ralado por cima das batatas. Levar ao forno médio, pré-aquecido, por mais 20 minutos, ou até que estejam douradas.

E bom apetite!

Dar e receber – excerto do livro "Boas Maneiras no Yôga" do Mestre DeRose

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“Ao dar ou receber alguma coisa, use somente a mão direita. Se usar as duas, a direita deve estar por cima e a esquerda em concha por baixo. A mão esquerda, em muitos países, é considerada impura.
Essa convenção obedece a razões de ordem prática. O indiano julga mais educado comer com a mão. É preciso saborear os alimentos com os cinco sentidos: com os olhos, com o olfacto, com a audição, com o paladar e o tacto, tocando o alimento para levá-lo à boca. De facto, quem já viajou comigo para a Índia pode testemunhar o quanto é extasiante uma refeição hindu, ingerida dessa forma.
Quando se come com as mãos, é importante mantê-las bem limpas. Por isso, as coisas sujas são tocadas com a mão esquerda e as limpas com a direita. Quando as pessoas vão ao banheiro usam a mão esquerda. Para comer, a direita. Compreendeu agora?
Uma curiosidade: as túnicas, denominadas kurta, do povo, costumam ter bolso só do lado direito como para recordar que o dinheiro só deve ser tocado com a mão limpa.” in livro Boas Maneiras no Yôga, do escritor DeRose.

Fest-Yôga Lisboa / Carvoeiro 2009

Eu vou! Vamos?…

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Inscrições abertas na tua Unidade!

Fest-Yôga Lisboa 2009

Vai decorrer entre 18 e 20 de Setembro o Festival Internacional de Yôga de Lisboa!
Fica em anexo o vídeo de promoção e o link para acesso ao blogue do evento.
Para mais detalhes informa-te com a tua equipa da Unidade Antas!
http://festyogalisboa.blogspot.com/

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Festa de aniversário! Viagem pelo mundo das sensações…

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Sensação é a reacção física do corpo ao mundo físico, sendo regida pelas leis da física, química, biologia, etc. que resulta na activação das áreas primárias do córtex do cérebro. Vivência simples, produzida pela acção de um estímulo (externo ou interno: luz, som, calor, etc.) sobre um órgão sensorial, transmitida ao cérebro através do sistema nervoso.

Nesta celebração do nosso 7º aniversário propomos uma viagem pelo mundo dos sentidos e das sensações. Convida os teus familiares e amigos! Não percas esta oportunidade de lhes dar a conhecer a nossa cultura!

A festa será na Unidade Antas, sábado dia 25 de Julho, entre as 16h e as 20h!

Gourmet Vegetariano Especial

No dia 31 de Maio, Domingo, às 20h, irá realizar-se um mega gourmet vegetariano, com a presença de alunos e instrutores de todas as escolas do Método DeRose do grande Porto.
O jantar será no restaurante Palato, que fica na Rua Heróis de França, 487, em Matosinhos.

Este tipo de iniciativa serve não só para apreciarmos a variedade e os sabores da cozinha vegetariana, mas acima de tudo para fomentar ainda mais a nossa quinta característica, o sentimento gregário, tendo oportunidade de conviver e conhecer outros alunos das restantes escolas da nossa cidade.

Para além disso, será exibido o documentário Índia Exótica.

Ementa:

Para picar, frio e quente:
- pão e manteiga;
- pimentos padrón;
- pimentos piquillo recheado com queijo de cabra e nozes;
- croquetes de espinafres;
- cogumelos frescos de coentrada.

Para vegetar:
- Paella vegetariana confeccionada ao vivo.

Bebidas:
- Sangria sem álcool, água e refrigerantes.

Sobremesa:
- Suspiro de banana

Preço: € 20,00

www.palato.pt

Faça a sua inscrição com o seu instrutor, até ao dia 29, sexta-feira.

Mantra da Semana – Sat Sanga

Apareçam no Sat Sanga mais logo, pelas 21h, na Unidade.
Além de revermos os mantras do mês, das práticas de Swásthya Yôga, vamos conhecer e treinar alguns outros.
Aqui fica um para aguçar o apetite:

Jaya Shiva Shamkara, bhôm, bhôm, Hara, Hara (x2)
Hara, Hara, Hara, Hara, Hari bol Harê (x2)
Shiva, Shiva, Shiva, Shiva, Shiva ádi sundara (x2)
Hara, Hara, Hara, Hara, Hara ádi sundara (x2)
Hê Paramêshwara daya karô (x2)

Até logo!

DeRose em Lisboa – novo vídeo

O Yôga Pré-Clássico

Não se sabe exatamente quando surgiu o Yôga. O que se sabe é que ele já estava presente entre a Civilização Harappeana, que teve seu apogeu há mais de 5.000 anos, onde hoje é o noroeste da Índia e o Paquistão. Isso é atestado por resquícios arqueológicos de peças mostrando imagens de ásanas, técnicas corporais do Yôga.

A Civilização Harappeana foi uma sociedade avançadíssima que desenvolveu as artes, o urbanismo, a arquitetura, a confecção de tecidos e roupas, a matemática, a astronomia, a agricultura e o comércio. Pesquise sobre ela (também conhecida como civilização do Vale do Indo ou Drávida), vai ficar de queixo caído!

Como tudo na vida, um dia Harappa declinou e desapareceu. Após a sua queda, a região passou a ser dominada pelos Áryas, ou arianos (cerca de 1.500 a.C.). Há algumas explicações para o declínio dos drávidas, que levam em conta transformações ecológicas e as invasões violentas perpetradas pelos Áryas.

Por volta do séc. III a.C., um Mestre ariano chamado Pátañjali, escreveu um compêndio sobre Yôga, o Yôga Sútra, livro que estabeleceu a codificação do que ficou conhecido como Yôga Clássico e permitiu a esta filosofia ser assimilada oficialmente pelo Hinduísmo.

Até Pátañjali desenvolver seu trabalho, o Yôga não era aceito entre os arianos. Sua obra só recebeu um tratamento diferenciado, porque apresentou uma novidade: a fundamentação coerente com o pensamento ds Áryas. Até então, o Yôga estava em harmonia com os princípios do povo mais antigo (Harappeano).

Se você quiser ser mais erudito, o Yôga Clássico tem raízes Sámkhya-Brahmácharya, enquanto o mais antigo tem raízes Sámkhya-Tantra.

O Yôga Pré-Clássico é justamente a filosofia anterior à codificação de Pátañjali. Portanto, é mais antigo e mais próximo do Yôga original. Por isso, é também mais autêntico.

O Yôga Pré-Clássico não havia sido sistematizado até o séc. XX, quando um brasileiro chamado DeRose realizou este importante trabalho. Mas isso é outra história…

- texto de apoio do blog “instrutordeyoga.com.br”
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