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Festa de aniversário! Viagem pelo mundo das sensações…

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Sensação é a reacção física do corpo ao mundo físico, sendo regida pelas leis da física, química, biologia, etc. que resulta na activação das áreas primárias do córtex do cérebro. Vivência simples, produzida pela acção de um estímulo (externo ou interno: luz, som, calor, etc.) sobre um órgão sensorial, transmitida ao cérebro através do sistema nervoso.

Nesta celebração do nosso 7º aniversário propomos uma viagem pelo mundo dos sentidos e das sensações. Convida os teus familiares e amigos! Não percas esta oportunidade de lhes dar a conhecer a nossa cultura!

A festa será na Unidade Antas, sábado dia 25 de Julho, entre as 16h e as 20h!

O Yôga Pré-Clássico

Não se sabe exatamente quando surgiu o Yôga. O que se sabe é que ele já estava presente entre a Civilização Harappeana, que teve seu apogeu há mais de 5.000 anos, onde hoje é o noroeste da Índia e o Paquistão. Isso é atestado por resquícios arqueológicos de peças mostrando imagens de ásanas, técnicas corporais do Yôga.

A Civilização Harappeana foi uma sociedade avançadíssima que desenvolveu as artes, o urbanismo, a arquitetura, a confecção de tecidos e roupas, a matemática, a astronomia, a agricultura e o comércio. Pesquise sobre ela (também conhecida como civilização do Vale do Indo ou Drávida), vai ficar de queixo caído!

Como tudo na vida, um dia Harappa declinou e desapareceu. Após a sua queda, a região passou a ser dominada pelos Áryas, ou arianos (cerca de 1.500 a.C.). Há algumas explicações para o declínio dos drávidas, que levam em conta transformações ecológicas e as invasões violentas perpetradas pelos Áryas.

Por volta do séc. III a.C., um Mestre ariano chamado Pátañjali, escreveu um compêndio sobre Yôga, o Yôga Sútra, livro que estabeleceu a codificação do que ficou conhecido como Yôga Clássico e permitiu a esta filosofia ser assimilada oficialmente pelo Hinduísmo.

Até Pátañjali desenvolver seu trabalho, o Yôga não era aceito entre os arianos. Sua obra só recebeu um tratamento diferenciado, porque apresentou uma novidade: a fundamentação coerente com o pensamento ds Áryas. Até então, o Yôga estava em harmonia com os princípios do povo mais antigo (Harappeano).

Se você quiser ser mais erudito, o Yôga Clássico tem raízes Sámkhya-Brahmácharya, enquanto o mais antigo tem raízes Sámkhya-Tantra.

O Yôga Pré-Clássico é justamente a filosofia anterior à codificação de Pátañjali. Portanto, é mais antigo e mais próximo do Yôga original. Por isso, é também mais autêntico.

O Yôga Pré-Clássico não havia sido sistematizado até o séc. XX, quando um brasileiro chamado DeRose realizou este importante trabalho. Mas isso é outra história…

- texto de apoio do blog “instrutordeyoga.com.br”
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Fotografias da Mega Aula em Portugal

Dia do Yôga – Portugal

(transmissão em directo com a Mega Aula no Brasil ministrada pelo Mestre DeRose)

Como diferenciar o que é Yôga do que não é

Existem muitas linhas de Yôga no mundo inteiro e muitas práticas que parecem Yôga mas não são.

Assim, eventualmente, você pode, em algum momento, ficar em dúvida.

Numa entrevista para a revista Planeta na Web, o Professor DeRose dá uma dica para saber diferenciar uma coisa da outra:

Segundo Pátañjali, que codificou o Yôga Clássico, a meta do Yôga é levar o ser humano ao mais elevado patamar de consciência possível para a nossa espécie. Nós chamamos isso em português de hiperconsciência, em sânscrito, samádhi. Este é o diferencial que nos permite dizer “isto é Yôga, aquilo não é”. Se isto aqui visa ao samádhi, então é Yôga. E aquilo ali, aquilo é pra acalmar, então não é Yôga. Aquele outro é pra curar – então não é Yôga.

A definição técnica dada por DeRose é:

Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.

Pessoas que passam, pessoas que ficam

“Há pessoas, tantas pessoas,

que, ao longo da nossa vida, passam,

como passam as paisagens pela janela de um trem.

Nada mais são, nada mais querem ser, senão paisagem.

Bonita, às vezes; passageira sempre…

 

Mas há outras pessoas

que viajam connosco no mesmo comboio,

que permanecem ao nosso lado por toda a jornada,

compartilhando tudo:

as alegrias e também os momentos difíceis.

 

A essas oferto minha amizade,

meu coração

e minha alma.”

DeRose

Acompanhe diariamente o Blog do DeRose neste link: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/

Receita de Natal!

Arroz de Natal

Ingredientes:

1/2 kg de arroz

1 xícara de ervilhas

1 xícara de azeitonas verdes picadas

3 tomates picados

1/2 xícara de chá de uvas passas

1 ovo

4 colheres de sopa de queijo parmesão ralado

2 colheres de sopa de manteiga ou azeite
Modo de Preparação

· Cozinhe o arroz de forma tradicional.

· Refogue os tomates, as azeitonas e a ervilha e a uvas passas em duas colheres de sopa de manteiga ou azeite por aproximadamente 5 minutos.

· Misture o arroz já cozinhado com o ovo.

· Num refractário coloque uma camada de arroz e uma camada do refogado (ervilhas, azeitonas, tomates e uvas passas).

· Faça duas camadas polvilhe com o queijo parmesão e leve ao forno médio pré-aquecido por 10 minutos ou até dourar o parmesão.

· Depois e só servir e bom apetite e Boas Festas!

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Video – Natal de 2007 a 2008

Boas Festas e Feliz Ano 2009!

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Festa de Natal

O nosso jantar de Natal foi entre amigos, onde naturalmente reinou bastante alegria, comida,a troca de prendas e a apresentação de coreografias por parte de alunos e instrutores. Parabéns a todos pelo ambiente de festa e bem-estar! Aqui estão as fotos para recordar:

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