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108 Dicas para a sua valorização pessoal

108 Dicas para a sua valorização pessoal

O que vale a Terra para Ti?

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A Terra vale um pequeno esforço extra em cada dia.
Sabias que:
Os Estados Unidos produzem cerca de 200.000.000 Toneladas de lixo por dia?
O típico homem Americano gera cerca de 10 kg de lixo por dia (aproximadamente 3650 kg por pessoa, num ano)?
Em cada duas semanas, nos Estados Unidos, as pessoas deitam fora garrafas de vidro e outras embalagens do mesmo material em quantidade suficiente para encher as 2 (agora desaparecidas) Torres do World Trade Center?
Usam a suficiente quantidade de cartões magnéticos para encher um campo de futebol com a altura das 2 Torres do World Trade Center?
Em cada três meses, deitamos fora alumínio que daria para reconstruir a Frota Mundial de aviões por inteiro? A energia poupada, caso se reciclasse uma lata de Aluminio, podia manter ligada a tua TV por 3 horas?
O alumínio reciclado usa somente 5% da energia que se necessita para fabricá-lo originalmente?
Quando reciclas uma garrafa de vidro, estás a poupar a energia que se usa para acender uma lâmpada de 100 watts durante 4 horas?
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Quanto tempo pensas que estas coisas levam para se degradar?
O Estanho leva cerca de 100 anos.
O Alumínio 500 anos e o vidro 1.000.000 de anos.
A média de consumo de papel nos Estados Unidos, por habitante, é de 250 kg cada ano. Se fosse reciclado, cada pessoa salvaria 416 árvores de grande porte.
Uma árvore de 15 anos produz 700 sacos de supermercado.
Quando 1 Tonelada de jornais é reciclada, 3 metros cúbicos de papel de escritório são poupados e 13 a 17 árvores são salvas.
Um camião de jornais levado para reciclagem com um metro de altura, salva uma bela árvore de 10 metros de altura.
Se colocar-mos em fila camiões de recolha do lixo que diariamente recolhem o mesmo nos Estados Unidos, pode-se atingir metade da distância entre a Terra e a Lua.
Se cada um de nós fizer a sua parte na reciclagem podemos poupar muita energia e recursos naturais.
A Terra deve existir para os netos e netas dos nossos netos, está nas nossas mãos garantir que isso aconteça.
Achas que é só nos Estados Unidos que o terrorismo ecológico acontece?
TU PODES FAZER A DIFERENÇA!!!
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Novo site YôgaPortugal.org

Já está on-line o mais novo site de Yôga em Portugal:

Novo site YôgaPortugal.org

www.yogaportugal.org

O Yôga Pré-Clássico

Não se sabe exatamente quando surgiu o Yôga. O que se sabe é que ele já estava presente entre a Civilização Harappeana, que teve seu apogeu há mais de 5.000 anos, onde hoje é o noroeste da Índia e o Paquistão. Isso é atestado por resquícios arqueológicos de peças mostrando imagens de ásanas, técnicas corporais do Yôga.

A Civilização Harappeana foi uma sociedade avançadíssima que desenvolveu as artes, o urbanismo, a arquitetura, a confecção de tecidos e roupas, a matemática, a astronomia, a agricultura e o comércio. Pesquise sobre ela (também conhecida como civilização do Vale do Indo ou Drávida), vai ficar de queixo caído!

Como tudo na vida, um dia Harappa declinou e desapareceu. Após a sua queda, a região passou a ser dominada pelos Áryas, ou arianos (cerca de 1.500 a.C.). Há algumas explicações para o declínio dos drávidas, que levam em conta transformações ecológicas e as invasões violentas perpetradas pelos Áryas.

Por volta do séc. III a.C., um Mestre ariano chamado Pátañjali, escreveu um compêndio sobre Yôga, o Yôga Sútra, livro que estabeleceu a codificação do que ficou conhecido como Yôga Clássico e permitiu a esta filosofia ser assimilada oficialmente pelo Hinduísmo.

Até Pátañjali desenvolver seu trabalho, o Yôga não era aceito entre os arianos. Sua obra só recebeu um tratamento diferenciado, porque apresentou uma novidade: a fundamentação coerente com o pensamento ds Áryas. Até então, o Yôga estava em harmonia com os princípios do povo mais antigo (Harappeano).

Se você quiser ser mais erudito, o Yôga Clássico tem raízes Sámkhya-Brahmácharya, enquanto o mais antigo tem raízes Sámkhya-Tantra.

O Yôga Pré-Clássico é justamente a filosofia anterior à codificação de Pátañjali. Portanto, é mais antigo e mais próximo do Yôga original. Por isso, é também mais autêntico.

O Yôga Pré-Clássico não havia sido sistematizado até o séc. XX, quando um brasileiro chamado DeRose realizou este importante trabalho. Mas isso é outra história…

- texto de apoio do blog “instrutordeyoga.com.br”
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SwáSthya Yôga na Novela da SIC – Caminho das Indias

Formas de melhorar o mundo

No blog do Mestre DeRose estão várias dicas para melhorar o mundo.

Aqui vai o link da última sugestão: Não coma carne!

Leia e busque as restantes dicas já postadas.

Lembre-se do sútra: Mude o mundo, comece por si!

Dia do Yôga – Programação

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No dia 18 de Fevereiro celebra-se o Dia do Yôga. Data emblemática para esta filosofia de vida, pois coincide com o dia do nascimento de dois grandes Mestres. Rámakrishna em 1836 e DeRose em 1944.

Esta data está oficialmente instituída em vários estados brasileiros, e homenageia publicamente a obra de uma personalidade tão carismática e importante na nossa sociedade actual, o Mestre DeRose.

Em Portugal, as entidades organizadoras são a Federação de Yôga do Norte de Portugal (FYNP) e a Federação de Yôga do Sul e Ilhas de Portugal (FYSIP).

Tal acção estende-se de Norte a Sul do País, possuindo também um cariz filantrópico, dado que haverá uma contribuição alimentar, através de doações de alimentos não perecíveis, para a Associação Abraço.

Calendário das Festividades do Dia do Yôga

14 Fevereiro | Sábado

Multiusos de Gondomar, na Sala de Ouro

16h00 – Recepção dos participantes com entrega de um certificado de participação e recolha de alimentos não perecíveis para a Abraço;

16h30 – Apresentação de coreografias do Método DeRose, com demonstradores nacionais e internacionais;

17h00 – Mega Aula de Yôga (Ashtánga Sádhana) para 300 pessoas.

20 Fevereiro | Sexta-feira

FNAC de Cascais

21h00 – Apresentação de coreografias do Método DeRose, com demonstradores nacionais e internacionais;

21h30 – Palestra: “Autoconhecimento, uma ferramenta para gerir o stress” com o Prof. António Pereira, Presidente da FYSIP.

21 Fevereiro | Sábado

Faro

22h00 – Clean Party no Suigeneris (restaurante/bar/discoteca).

Contamos com sua presença.

Abraços.

Introdução ao Sânscrito

Este Sábado às 15h, temos uma actividade para os nossos alunos, onde aprenderão termos básicos de sânscrito (a língua morta da Índia antiga). É uma introdução à pronúncia e grafia da língua usada na nomenclatura do Yôga Antigo.
Servirá para aumentar a sua cultura geral e ajudá-lo-á na sua prática.

Atenção que esta aula (1 hora apenas) faz parte das iniciativas pedagógicas da nossa escola e não poderá ser equiparável ao fantástico curso de Sânscrito que o Prof. Carlos Cardoso, Mestre em Yôga, realiza há mais de 10 anos. Elaboramos 6 aulas distribuídas por todo o ano de 2009 para que os alunos possam estar estimulados a saber e entender um pouquinho do sâsncrito.

Marque a sua presença antecipadamente! A aula é aberta e as vagas limitadas.

Dia do Yôga

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Receita – Feijoada de Palma

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Esta receita foi cedida pelo Eduardo Cirilo, e consta no livro do Mestre DeRose “Alimentação Vegetariana – Chega de Abobrinha!”.
Ingredientes:
500 gr de feijão vermelho, colocá-lo de molho;
5 cebolas;
azeite;
5 tomates;
500 gr de cogumelos frescos;
1 colher das de sopa de orégãos;
chilli;
sal;
40 gr de sultanas;
200 gr de milho cozido;
3 colheres das de sopa de óleo de palma.
Modo de preparo
Corte as cebolas em cubos e coloque-as numa panela, juntamente com um pouco de azeite. Quando a cebola dourar, acrescente o tomate em cubos e cozinhe em fogo brando até formar um molho consistente.
Acrescente os cogumelos, as sultanas e o milho temperados com chilli, orégãos e as três colheres de palma (se não dispuser, use óleo de dendê ou qualquer óleo vegetal). Se achar que precisa, adicione o mínimo possível de sal. Deixe no fogo cerca de cinco minutos, para em seguida, colocar o feijão e a água aquecida.
Mantenha a panela fechada durante 30 minutos e, se necessário, acrescente água para manter o molho ligeiramente consistente. Estando o feijão cozido, tire-o do fogo e deixe 5 minutos para apurar os sabores subtis.
Servir com arroz branco ou, preferencialmente, com biriyáni de legumes.