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Apr 2009
Apr 2009
Mar 2009
Não se sabe exatamente quando surgiu o Yôga. O que se sabe é que ele já estava presente entre a Civilização Harappeana, que teve seu apogeu há mais de 5.000 anos, onde hoje é o noroeste da Índia e o Paquistão. Isso é atestado por resquícios arqueológicos de peças mostrando imagens de ásanas, técnicas corporais do Yôga.
A Civilização Harappeana foi uma sociedade avançadíssima que desenvolveu as artes, o urbanismo, a arquitetura, a confecção de tecidos e roupas, a matemática, a astronomia, a agricultura e o comércio. Pesquise sobre ela (também conhecida como civilização do Vale do Indo ou Drávida), vai ficar de queixo caído!
Como tudo na vida, um dia Harappa declinou e desapareceu. Após a sua queda, a região passou a ser dominada pelos Áryas, ou arianos (cerca de 1.500 a.C.). Há algumas explicações para o declínio dos drávidas, que levam em conta transformações ecológicas e as invasões violentas perpetradas pelos Áryas.
Por volta do séc. III a.C., um Mestre ariano chamado Pátañjali, escreveu um compêndio sobre Yôga, o Yôga Sútra, livro que estabeleceu a codificação do que ficou conhecido como Yôga Clássico e permitiu a esta filosofia ser assimilada oficialmente pelo Hinduísmo.
Até Pátañjali desenvolver seu trabalho, o Yôga não era aceito entre os arianos. Sua obra só recebeu um tratamento diferenciado, porque apresentou uma novidade: a fundamentação coerente com o pensamento ds Áryas. Até então, o Yôga estava em harmonia com os princípios do povo mais antigo (Harappeano).
Se você quiser ser mais erudito, o Yôga Clássico tem raízes Sámkhya-Brahmácharya, enquanto o mais antigo tem raízes Sámkhya-Tantra.
O Yôga Pré-Clássico é justamente a filosofia anterior à codificação de Pátañjali. Portanto, é mais antigo e mais próximo do Yôga original. Por isso, é também mais autêntico.
O Yôga Pré-Clássico não havia sido sistematizado até o séc. XX, quando um brasileiro chamado DeRose realizou este importante trabalho. Mas isso é outra história…
- texto de apoio do blog “instrutordeyoga.com.br”Mar 2009
Finalmente a manutenção dos servidores da empresa que nos fornece o hosting está concluída. As nossas maiores desculpas por esta pausa forçada, mas esta semana retomaremos a todo o gás os nossos posts.
Beijos e abraços a todos…SwáSthya!
Jan 2009

No dia 18 de Fevereiro celebra-se o Dia do Yôga. Data emblemática para esta filosofia de vida, pois coincide com o dia do nascimento de dois grandes Mestres. Rámakrishna em 1836 e DeRose em 1944.
Esta data está oficialmente instituída em vários estados brasileiros, e homenageia publicamente a obra de uma personalidade tão carismática e importante na nossa sociedade actual, o Mestre DeRose.
Em Portugal, as entidades organizadoras são a Federação de Yôga do Norte de Portugal (FYNP) e a Federação de Yôga do Sul e Ilhas de Portugal (FYSIP).
Tal acção estende-se de Norte a Sul do País, possuindo também um cariz filantrópico, dado que haverá uma contribuição alimentar, através de doações de alimentos não perecíveis, para a Associação Abraço.
Calendário das Festividades do Dia do Yôga
14 Fevereiro | Sábado
Multiusos de Gondomar, na Sala de Ouro
16h00 – Recepção dos participantes com entrega de um certificado de participação e recolha de alimentos não perecíveis para a Abraço;
16h30 – Apresentação de coreografias do Método DeRose, com demonstradores nacionais e internacionais;
17h00 – Mega Aula de Yôga (Ashtánga Sádhana) para 300 pessoas.
20 Fevereiro | Sexta-feira
FNAC de Cascais
21h00 – Apresentação de coreografias do Método DeRose, com demonstradores nacionais e internacionais;
21h30 – Palestra: “Autoconhecimento, uma ferramenta para gerir o stress” com o Prof. António Pereira, Presidente da FYSIP.
21 Fevereiro | Sábado
Faro
22h00 – Clean Party no Suigeneris (restaurante/bar/discoteca).
Contamos com sua presença.
Abraços.
Jan 2009
Este Sábado às 15h, temos uma actividade para os nossos alunos, onde aprenderão termos básicos de sânscrito (a língua morta da Índia antiga). É uma introdução à pronúncia e grafia da língua usada na nomenclatura do Yôga Antigo.
Servirá para aumentar a sua cultura geral e ajudá-lo-á na sua prática.
Atenção que esta aula (1 hora apenas) faz parte das iniciativas pedagógicas da nossa escola e não poderá ser equiparável ao fantástico curso de Sânscrito que o Prof. Carlos Cardoso, Mestre em Yôga, realiza há mais de 10 anos. Elaboramos 6 aulas distribuídas por todo o ano de 2009 para que os alunos possam estar estimulados a saber e entender um pouquinho do sâsncrito.
Marque a sua presença antecipadamente! A aula é aberta e as vagas limitadas.
Jan 2009

Jan 2009

Esta receita foi cedida pelo Eduardo Cirilo, e consta no livro do Mestre DeRose “Alimentação Vegetariana – Chega de Abobrinha!”.
Ingredientes:
500 gr de feijão vermelho, colocá-lo de molho;
5 cebolas;
azeite;
5 tomates;
500 gr de cogumelos frescos;
1 colher das de sopa de orégãos;
chilli;
sal;
40 gr de sultanas;
200 gr de milho cozido;
3 colheres das de sopa de óleo de palma.
Modo de preparo
Corte as cebolas em cubos e coloque-as numa panela, juntamente com um pouco de azeite. Quando a cebola dourar, acrescente o tomate em cubos e cozinhe em fogo brando até formar um molho consistente.
Acrescente os cogumelos, as sultanas e o milho temperados com chilli, orégãos e as três colheres de palma (se não dispuser, use óleo de dendê ou qualquer óleo vegetal). Se achar que precisa, adicione o mínimo possível de sal. Deixe no fogo cerca de cinco minutos, para em seguida, colocar o feijão e a água aquecida.
Mantenha a panela fechada durante 30 minutos e, se necessário, acrescente água para manter o molho ligeiramente consistente. Estando o feijão cozido, tire-o do fogo e deixe 5 minutos para apurar os sabores subtis.
Servir com arroz branco ou, preferencialmente, com biriyáni de legumes.
Jan 2009
Uma das principais características do SwáSthya Yôga é o ashtánga sádhana. Ashtánga sádhana significa prática em oito partes (ashta = oito; anga = parte; sádhana = prática). Utilizamos diversos níveis desse programa óctuplo. O primeiro nível, para aqueles que já foram autorizados a ingressar no Yôga, é o ády ashtánga sádhana (ádi/ády = primeiro, fundamental), o qual é constituído pelas oito partes seguintes, nesta ordem:
- 1 ) mudrá
- 2 ) pújá
- 3 ) mantra
- 4 ) pránáyáma
- 5 ) kriyá
- 6 ) ásana
- 7 ) yôganidrá
- 8 ) samyama
Para saber mais sobre cada uma destas técnicas e a estrutura do Método DeRose, no próximo Sábado teremos o curso de introdução ao Yôga na nossa sede a partir das 15h.
Mais informações contacte a nossa secretaria pelo telefone 225 022 888 ou o email geral@yoga.pt.
Jan 2009

Por sermos de estirpe tântrica valorizamos demais a liberdade individual. Mas por sermos de Yôga valorizamos também a disciplina. Como equacionar essas duas forças aparentemente antagônicas? A conciliação entre elas encontra-se no livro Yôga Mitos e Verdades, na norma dirigida aos insatisfeitos: “A liberdade é o nosso bem mais precioso. No caso de ter que confrontá-la com a disciplina, se esta violentar aquela, opte pela liberdade.”
… A liberdade de afastar-se e seguir o seu caminho.
O postulado da Gestalt nesse aspecto é genial quando ensina: ” Você não existe para me agradar; eu não existo para lhe agradar. Se, apesar disso, agradarmo-nos mutuamente, poderemos conviver. Se não, seguiremos separados, ” Você não acha brilhante?
Texto retirado do livro Boas Maneiras no Yôga- Autor: DeRose

