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DeRose em Lisboa – novo vídeo

108 Dicas para a sua valorização pessoal

108 Dicas para a sua valorização pessoal

O Yôga Pré-Clássico

Não se sabe exatamente quando surgiu o Yôga. O que se sabe é que ele já estava presente entre a Civilização Harappeana, que teve seu apogeu há mais de 5.000 anos, onde hoje é o noroeste da Índia e o Paquistão. Isso é atestado por resquícios arqueológicos de peças mostrando imagens de ásanas, técnicas corporais do Yôga.

A Civilização Harappeana foi uma sociedade avançadíssima que desenvolveu as artes, o urbanismo, a arquitetura, a confecção de tecidos e roupas, a matemática, a astronomia, a agricultura e o comércio. Pesquise sobre ela (também conhecida como civilização do Vale do Indo ou Drávida), vai ficar de queixo caído!

Como tudo na vida, um dia Harappa declinou e desapareceu. Após a sua queda, a região passou a ser dominada pelos Áryas, ou arianos (cerca de 1.500 a.C.). Há algumas explicações para o declínio dos drávidas, que levam em conta transformações ecológicas e as invasões violentas perpetradas pelos Áryas.

Por volta do séc. III a.C., um Mestre ariano chamado Pátañjali, escreveu um compêndio sobre Yôga, o Yôga Sútra, livro que estabeleceu a codificação do que ficou conhecido como Yôga Clássico e permitiu a esta filosofia ser assimilada oficialmente pelo Hinduísmo.

Até Pátañjali desenvolver seu trabalho, o Yôga não era aceito entre os arianos. Sua obra só recebeu um tratamento diferenciado, porque apresentou uma novidade: a fundamentação coerente com o pensamento ds Áryas. Até então, o Yôga estava em harmonia com os princípios do povo mais antigo (Harappeano).

Se você quiser ser mais erudito, o Yôga Clássico tem raízes Sámkhya-Brahmácharya, enquanto o mais antigo tem raízes Sámkhya-Tantra.

O Yôga Pré-Clássico é justamente a filosofia anterior à codificação de Pátañjali. Portanto, é mais antigo e mais próximo do Yôga original. Por isso, é também mais autêntico.

O Yôga Pré-Clássico não havia sido sistematizado até o séc. XX, quando um brasileiro chamado DeRose realizou este importante trabalho. Mas isso é outra história…

- texto de apoio do blog “instrutordeyoga.com.br”
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Novamente no ar

Finalmente a manutenção dos servidores da empresa que nos fornece o hosting está concluída. As nossas maiores desculpas por esta pausa forçada, mas esta semana retomaremos a todo o gás os nossos posts.

Beijos e abraços a todos…SwáSthya!

Dia do Yôga – Programação

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No dia 18 de Fevereiro celebra-se o Dia do Yôga. Data emblemática para esta filosofia de vida, pois coincide com o dia do nascimento de dois grandes Mestres. Rámakrishna em 1836 e DeRose em 1944.

Esta data está oficialmente instituída em vários estados brasileiros, e homenageia publicamente a obra de uma personalidade tão carismática e importante na nossa sociedade actual, o Mestre DeRose.

Em Portugal, as entidades organizadoras são a Federação de Yôga do Norte de Portugal (FYNP) e a Federação de Yôga do Sul e Ilhas de Portugal (FYSIP).

Tal acção estende-se de Norte a Sul do País, possuindo também um cariz filantrópico, dado que haverá uma contribuição alimentar, através de doações de alimentos não perecíveis, para a Associação Abraço.

Calendário das Festividades do Dia do Yôga

14 Fevereiro | Sábado

Multiusos de Gondomar, na Sala de Ouro

16h00 – Recepção dos participantes com entrega de um certificado de participação e recolha de alimentos não perecíveis para a Abraço;

16h30 – Apresentação de coreografias do Método DeRose, com demonstradores nacionais e internacionais;

17h00 – Mega Aula de Yôga (Ashtánga Sádhana) para 300 pessoas.

20 Fevereiro | Sexta-feira

FNAC de Cascais

21h00 – Apresentação de coreografias do Método DeRose, com demonstradores nacionais e internacionais;

21h30 – Palestra: “Autoconhecimento, uma ferramenta para gerir o stress” com o Prof. António Pereira, Presidente da FYSIP.

21 Fevereiro | Sábado

Faro

22h00 – Clean Party no Suigeneris (restaurante/bar/discoteca).

Contamos com sua presença.

Abraços.

Introdução ao Sânscrito

Este Sábado às 15h, temos uma actividade para os nossos alunos, onde aprenderão termos básicos de sânscrito (a língua morta da Índia antiga). É uma introdução à pronúncia e grafia da língua usada na nomenclatura do Yôga Antigo.
Servirá para aumentar a sua cultura geral e ajudá-lo-á na sua prática.

Atenção que esta aula (1 hora apenas) faz parte das iniciativas pedagógicas da nossa escola e não poderá ser equiparável ao fantástico curso de Sânscrito que o Prof. Carlos Cardoso, Mestre em Yôga, realiza há mais de 10 anos. Elaboramos 6 aulas distribuídas por todo o ano de 2009 para que os alunos possam estar estimulados a saber e entender um pouquinho do sâsncrito.

Marque a sua presença antecipadamente! A aula é aberta e as vagas limitadas.

Dia do Yôga

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Receita – Feijoada de Palma

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Esta receita foi cedida pelo Eduardo Cirilo, e consta no livro do Mestre DeRose “Alimentação Vegetariana – Chega de Abobrinha!”.
Ingredientes:
500 gr de feijão vermelho, colocá-lo de molho;
5 cebolas;
azeite;
5 tomates;
500 gr de cogumelos frescos;
1 colher das de sopa de orégãos;
chilli;
sal;
40 gr de sultanas;
200 gr de milho cozido;
3 colheres das de sopa de óleo de palma.
Modo de preparo
Corte as cebolas em cubos e coloque-as numa panela, juntamente com um pouco de azeite. Quando a cebola dourar, acrescente o tomate em cubos e cozinhe em fogo brando até formar um molho consistente.
Acrescente os cogumelos, as sultanas e o milho temperados com chilli, orégãos e as três colheres de palma (se não dispuser, use óleo de dendê ou qualquer óleo vegetal). Se achar que precisa, adicione o mínimo possível de sal. Deixe no fogo cerca de cinco minutos, para em seguida, colocar o feijão e a água aquecida.
Mantenha a panela fechada durante 30 minutos e, se necessário, acrescente água para manter o molho ligeiramente consistente. Estando o feijão cozido, tire-o do fogo e deixe 5 minutos para apurar os sabores subtis.
Servir com arroz branco ou, preferencialmente, com biriyáni de legumes.

O ashtánga sádhana

Uma das principais características do SwáSthya Yôga é o ashtánga sádhana. Ashtánga sádhana significa prática em oito partes (ashta = oito; anga = parte; sádhana = prática). Utilizamos diversos níveis desse programa óctuplo. O primeiro nível, para aqueles que já foram autorizados a ingressar no Yôga, é o ády ashtánga sádhana (ádi/ády = primeiro, fundamental), o qual é constituído pelas oito partes seguintes, nesta ordem:

  • 1 ) mudrá
  • 2 ) pújá
  • 3 ) mantra
  • 4 ) pránáyáma
  • 5 ) kriyá
  • 6 ) ásana
  • 7 ) yôganidrá
  • 8 ) samyama

Para saber mais sobre cada uma destas técnicas e a estrutura do Método DeRose, no próximo Sábado teremos o curso de introdução ao Yôga na nossa sede a partir das 15h.

Mais informações contacte a nossa secretaria pelo telefone 225 022 888 ou o email geral@yoga.pt.

A Liberdade é o nosso bem mais precioso

liberdade

Por sermos de estirpe tântrica valorizamos demais a liberdade individual. Mas por sermos de Yôga valorizamos também a disciplina. Como equacionar essas duas forças aparentemente antagônicas? A conciliação entre elas encontra-se no livro Yôga Mitos e Verdades, na norma dirigida aos insatisfeitos: “A liberdade é o nosso bem mais precioso. No caso de ter que confrontá-la com a disciplina, se esta violentar aquela, opte pela liberdade.”
… A liberdade de afastar-se e seguir o seu caminho.

O postulado da Gestalt nesse aspecto é genial quando ensina: ” Você não existe para me agradar; eu não existo para lhe agradar. Se, apesar disso, agradarmo-nos mutuamente, poderemos conviver. Se não, seguiremos separados, ” Você não acha brilhante?

Texto retirado do livro Boas Maneiras no Yôga- Autor: DeRose