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Receita: sopa de abóbora e côco


Ingredientes:

* Aprox. 500g de abóbora em cubinhos, pesada já sem casca e sem sementes
* 1 colh. (sopa) rasa de caril
* 1 colh. (chá) gengibre fresco ralado (ou 1/2 colh. (chá) gengibre em pó)
* 500ml de caldo de legumes
* 1 cebola pequena, picada
* 100ml leite de coco
* 30g manteiga
* sal a gosto
* Coentros frescos para guarnecer

Preparação:

1. Derreta a manteiga numa panela média. Refogue a cebola em fogo baixo até que fique translúcida, por uns 3 minutos.
2. Junte o caril e o gengibre e refogue, mexendo bem, por 1 minuto. Junte os cubos de abóbora e misture bem por uns 2 minutos.
3. Junte o caldo e o leite de coco, deixe o fogo no mínimo e cozinhe por cerca de 20 minutos, até que a abóbora esteja bem macia.
4. Espere arrefecer um pouco para passar no liquidificador, ou passe imediatamente por uma varinha mágica (processador manual). Volte para a panela, tempere com sal a gosto e sirva imediatamente com os coentros picados.

Receita extraída de aqui.

Receita: sopa de couve-flor e queijo

Ingredientes:
3 batatas (médias)
2 couves-flor (grandes)
3 cenouras
3 dentes de alho
1 cebola (grande)
1 1⁄2 colher de chá de sal
6 chávenas de água
3 chávenas de queijo cheddar ralado
2 chávenas de leite
1 colher de chá de sementes de cominhos

Preparação:
Coloque as batatas, alho, cebola, sal e água numa panela grande. Adicione uma das couves-flor cortada aos pedaços.
Leve ao lume e deve ferver e cozinhar até os legumes estarem bem tenros (aproximadamente 30 minutos).
Enquanto estiver ao lume, coza a vapor a outra couve-flor, cortada em pedaços maiores que a outra. Retire quando estiver tenra.
Faça um puré com os legumes cozidos, e adicione a couve-flor cozida a vapor, bem como os ingredientes restantes. Leve ao lume até o queijo estar completamente derretido.
Esta receita foi extraída de aqui.

Alimentação Vegetariana

A alimentação vegetariana tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos, apesar de continuar a ser minoritária entre nós. Aqui são apresentados argumentos de saúde, ambientais e económicos a favor do vegetarianismo, sendo a autora Bióloga e Vegetariana.

O vegetarianismo não é uma moda recente. Ao longo da história da humanidade houve pequenos grupos e povos inteiros, que por razões religiosas, económicas, culturais ou ambientais, seguiram uma dieta exclusivamente ou predominantemente vegetariana.

Moda recente é o destaque que os produtos de origem animal passaram a ter na nossa alimentação. Basta falarmos com os nossos pais e avós, para rapidamente percebermos que ainda há poucas décadas atrás, a carne e o peixe eram alimentos consumidos excepcionalmente em dias de festa e que o leite nem sequer fazia parte da sua dieta.

Uma vez que eram considerados “alimentos dos ricos”, assim que a melhoria nas condições de vida nos países desenvolvidos facilitou a acesso de mais pessoas a estes produtos, o seu consumo tornou-se generalizado e exagerado. Mas estes alimentos deveriam ter continuado a ser consumidos excepcionalmente, pois o seu consumo regular não é necessário à saúde e pelo contrário é causador de inúmeras doenças.

Perante o cenário actual de uma população obesa e doente, assistimos agora a um esforço das autoridades médicas, de educação da população para que readquira hábitos mais saudáveis de alimentação, com redução dos produtos de origem animal e com predomínio de produtos de origem vegetal.

Muitas pessoas seguem esse conselho até ao fim, tornando-se vegetarianos e deixando pura e simplesmente de comer animais ou produtos derivados de animais.

Apesar da dieta vegetariana ser cada vez mais tema de capa de revista, a maior parte das pessoas ainda encara o vegetarianismo com desconfiança. Consideram esta dieta anti-natural e receiam que ao retirarem a carne do seu menu ficarão sub-nutridos.

Os milhões de vegetarianos que vivem e viveram ao longo da história da humanidade são a prova viva de que é possível viver só de plantas. Mas se dúvidas existiam sobre se essa vida seria saudável, inúmeros estudos científicos recentes demonstraram que não só os vegetarianos são menos doentes, como em média são mais saudáveis e vivem mais tempo do que aqueles que comem produtos animais.

A American Dietetic Association, publicou um artigo de revisão de todos os conhecimentos actuais sobre dieta vegetariana e concluiu que “dietas vegetarianas bem planeadas são saudáveis e nutricionalmente adequadas, sendo bastante benéficas na prevenção e tratamento de diversas doenças”.

Mas como pode isso ser? Afinal de contas somos omnívoros!

É verdade, somos omnívoros. Mas o que significa isso exactamente?

Os nossos antepassados começaram por ser frugívoros (comiam apenas frutos), depois evoluíram para omnívoros, alargando a sua dieta a insectos e pequenos mamíferos e mais tarde tornaram-se pescadores e caçadores, passando a incluir no seu menu a carne de diversos animais. No entanto, durante a maior parte desse percurso evolutivo, os nossos antepassados basearam a sua dieta em plantas, sendo os produtos de origem animal um complemento da sua alimentação de onde retiravam calorias e proteínas extra.

Há quem atribua o desenvolvimento da nossa inteligência à ingestão de carne, mas foi o aumento progressivo dos cérebros dos nossos antepassados que criou a necessidade de ingestão de mais proteínas e gorduras, que a carne forneceu em abundância.

Milhões de anos depois, o ser humano inventou a agricultura e passou a produzir inúmeras variedades de cereais, leguminosas, oleaginosas, hortícolas e frutos, capazes de suprir as suas necessidades nutricionais e energéticas, de tal forma que hoje em dia, na maior parte do planeta, o ser humano já não precisa de comer carne para viver e ser saudável.

Ao contrário do que comummente se pensa, ser omnívoro não implica que se tenha de comer de tudo para se sobreviver, mas sim que se pode sobreviver com um leque variado de opções alimentares. Um omnívoro consegue viver só de carne ou só de plantas, se apenas tiver disponível uma dessas opções para se alimentar. O facto de termos inventado a agricultura, dá uma nova dimensão ao facto de sermos omnívoros, pois oferece-nos a liberdade de escolha dos alimentos.

E porque é que devemos escolher comer plantas em vez de animais?

Se no passado todos os produtos de origem animal eram produzidos de modo tradicional e extensivo, com aproveitamento de solos e paisagens não-aptas para a agricultura, hoje em dia a grande maioria desses produtos são produzidos industrialmente, com enorme desperdício de recursos naturais e com graves consequências ambientais e sociais.

Além das questões dos direitos e do bem-estar dos animais, que cada vez mais devem ser debatidas e consideradas na forma como produzimos os nossos alimentos, as questões relativas ao impacto ambiental da produção animal devem levar-nos a questionar os nossos hábitos, principalmente se nos consideramos ecologistas e pretendemos reduzir a nossa pegada ecológica no planeta.

“É ecologista? Então porque ainda come carne?” É a questão provocadora que tem gerado acesos debates entre aqueles que se consideram ecologistas.

Há aqueles que, perante os dados que apontam a produção animal como um dos maiores problemas ecológicos dos nossos dias, se tornaram vegetarianos para reduzirem o seu impacto ambiental no planeta e há aqueles que, achando que a ingestão de produtos animais faz parte da nossa ecologia, não pretendem mudar os seus hábitos alimentares, embora concordem que a produção industrial destes produtos é anti-ecológica.

Eis alguns dados perturbantes:

- Nos Estados Unidos, mais de metade de toda a água consumida é gasta na produção animal e outra estimativa aponta para que perto de 85% da água consumida no planeta seja gasta na produção animal. Para se produzir 1kg de batatas são necessários cerca de 50 litros de água e para se produzir 1 kg de trigo são necessários cerca de 42 litros, no entanto para se produzir 1kg de carne de vaca são necessários 43.000 litros de água!

- Os dejectos dos animais, que antes eram naturalmente integrados novamente nos solos, fertilizando-os, são agora produzidos em tamanha quantidade, que se tornaram um dos maiores problemas de poluição no mundo, contaminando de forma severa os solos e as águas.

- A criação de gado e a produção agrícola intensiva para alimentação desse gado, estão entre as principais causas de desertificação e de desflorestação do planeta.
Dois terços dos terrenos agrícolas são dedicados a pastagens e culturas para alimentar o gado. Estima-se que por cada quilo de carne que é produzido se percam 77 quilos de solo fértil e que 85% da erosão dos solos no mundo está associada a culturas destinadas à alimentação do gado e à produção de pastagens.

- Na actualidade, existe suficiente solo fértil, energia e água para alimentar mais do dobro da população humana existente. No entanto, entre as questões políticas e económicas que impedem milhões de pessoas de aceder aos alimentos produzidos, está também o facto de que metade dos cereais produzidos no mundo destina-se a alimentar animais para consumo em países desenvolvidos, em vez de servir de alimento aos seres humanos que passam fome em países sub-desenvolvidos.

- São necessários cerca de 7 kg de cereais e soja, para produzir 1 kg de carne nos Estados Unidos. Bastaria que os norte-americanos reduzissem o seu consumo de carne em 10%, para que mais 100.000.000 pessoas pudessem ser alimentadas com os cereais assim poupados. Foi demonstrado que se toda a população mundial fosse vegetariana, tudo aquilo que se dispende na produção animal poderia alimentar 10 biliões de pessoas, ou seja, mais do que a população humana que se prevê existir em 2050.

Devido à grande diversidade de ambientes que o ser humano ocupa, nem sempre este dispõe de terrenos férteis para agricultura ou de diversidade alimentar suficiente para poder alimentar-se exclusivamente de plantas e é preciso tomar isso em consideração, se se não quiser cair em fundamentalismos. Os animais herbívoros são capazes de transformar ervas, sem valor alimentar para o ser humano, em proteína e gordura de alto valor nutritivo e calórico e a sua importância na alimentação das pessoas que habitam regiões menos férteis e inaptas para a agricultura, não deve ser ignorada. No entanto, a produção industrial de animais para consumo, que nada tem que ver com o aproveitamento de recursos e muito pelo contrário é um desperdício de recursos, não deve de forma alguma ser colocada ao mesmo nível da produção extensiva e ao ar livre de produtos de origem animal.

Poucas pessoas se podem gabar de apenas consumirem produtos animais de origem biológica e extensiva. A maioria das pessoas, principalmente as que vivem em ambiente urbano nos países mais desenvolvidos, mesmo que ocasionalmente optem por comprar estes produtos, não deixam de consumir maioritariamente os de origem industrial, apoiando assim activamente este sistema de produção animal, com todas as consequências que ele acarreta para os animais, para o ambiente e para a humanidade. Estas pessoas, que são milhões em todo o planeta, deveriam interrogar-se mais sobre as opções que tomam na hora de encher o prato e pensar em como o gesto simples de trocar o bife por feijão ou lentilhas pode ajudar a salvar o mundo.

Bibliografia:

“So You’re an Environmentalist; Why Are You Still Eating Meat?”, Jim Motavalli, E Magazine, January 3, 2002 (www.alternet.org/story/12162)

“Meat-eating environmentalist? How can that be?”, Lisa Rogers, Toronto Vegetarian Association (www.veg.ca/lifelines/marapr/meat)

“Why environmentalists aren’t vegetarian”, David Pye, VSUK Trustee, 35th World Vegetarian Congress (www.ivu.org/congress/2002/texts/david2.hmtl)

“A paleontological perspective on the evolution of human diet”, Peter Ungar and Mark Teaford (www.cast.uark.edu/local/icaes/conferences/wburg/posters/pungar/satalk)

“Fruits of the Past”, Colin Spencer (www.viva.org.uk/guides/fruitsofthepast)

“Our Food Our World – The Realities of an Animal-Based Diet”, EarthSave Foundation, Santa Cruz, 1992

“Diet for a Small Planet”, Frances Moore, Lappe Ballantine Books, 20th Annv Edition, 1985

“The Food Revolution: How Your Diet Can Help Save Your Life and Our World”, John Robbins, Conari Press, 2001

“Diet for a New America: How Your Food Choices Affect Your Health, Happiness and the Future of Life on Earth”, John Robbins, H.J. Kramer, Reprint edition, 1998

Artigo do site Sapo.pt

Receita: sopa grega

Sopa de Legumes à Grega
Ingredientes

180 g de cebolas
2 alhos-franceses
2 pimentões vermelhos
300 g de cenoura
300 g de courgette
200 g de tomate sem pele
200 g de batata
Azeite, sal, pimenta, orégãos e salsa

Preparação

Lave os legumes e corte aos quadrados. Descasque e corte as cebolas aos cubos.
Aqueça o azeite numa panela suficientemente grande e refogue as cebolas, o alho francês, o pimentão, as batatas e as cenouras. Coloque 1,25 litro de água e sal a gosto. Deixe cozinhar durante 15 minutos, sem destapar. Adicione, então, as courgettes e os tomates e deixe cozinhar mais 15 minutos, sem destapar. Tempere a sopa com salsa picada, orégãos, e pimenta. Corrija o sal se necessário.

Rendimento: Serve 4 pessoas

Receita: Salada quente de grão-de-bico


Ingredientes:

1 chávena de grão-de-bico
2 colheres (sopa) de tomate seco picado
3 colheres (sopa) de gengibre ralado
1 chávena de vinagre de maçã
2 colheres (sopa) de azeite
Sal e pimenta a gosto

Preparação:

Lave o grão-de-bico, coloque-o em uma panela de pressão e cubra com água. Leve ao fogo e cozinhe por 20 minutos, ou até ficar macio. Retire, escorra a água e transfira-o para uma panela. Acrescente o tomate seco, o gengibre, o vinagre, o azeite e o sal. Misture e leve ao fogo por 3 minutos, apenas para aquecer a mistura. Retire do fogo e sirva a salada ainda quente.

Rendimento: 5 porções

Receita: Tajine Vegetariana, um prato marroquino

Tajine Vegetariana com Batata, Cenoura, Nabo, Cebola, Alho, Alho Francês, Grão de Bico
href=”http://yogaporto.org/wp-content/uploads/2010/06/tajine-de-legumes.jpg”>
Serve:
4 pessoas

Ingredientes:
azeite
3 cebolas ( médias)
3 cenouras ( médias)
1/2 alho francês
300gr grão de bico
2 batatas ( médias)
2 dentes de alho
1 molhinho de coentros
1 colher de sobremesa de sal marinho
2 nabos

Preparação:

Cozer o grão de bico previamente, depois de pôr de molho 12horas ( deixe de molho pela noite ). Partir tudo aos quadradinhos pequenos. Aquecer a tajine com o azeite, as cebolas, o alho francês e os nabos. Quando estes já estiverem dourados, juntar a batata, sobreposta pelas cenouras e o molho de coentros sem os partir, ou para quem preferir, tudo partidinho, dependo do seu gosto ( estou a falar dos coentros, não da batata e das cenouras ). Arrumar tudo para ficar bonito. Deixar ao lume com a tampa fechada. Pode utilizar a técnica de ter uma colher de sopa entre a tampa e a base. Assim sai o vapor.

Ir pondo água qb. Juntar os alhos partidinhos por cima de tudo com um fim de azeite crú. Desligar o lume e deixar descansar.

A tajine não é propriamente um prato, mas sim o nome de um utensílio de barro usado em Marrocos para cozinhar. Dá um sabor muito característico à comida, pois funciona por um lado como “panela de pressão” à moda antiga onde o ar quente circula por dentro e envolve-se no alimento, e por outro, o sabor a barro está sempre presente.

Deixe cozer bem os alimentos. Uma tajine tem normalmente um leve sabor a cebola bem frita, até pode deixar pegar um pouco ao fundo pois o sabor fica ainda mais acentuado, pode mesmo deixar queimar um bocadinho. Lembre-se, a tajine não se mexe, os alimentos ficam sempre no mesmo sítio.
Receita extraida de aqui.

Boas comidas!

Ementa de S. João

Com a época festiva do nosso santo padroeiro da invicta, vamos celebrar com uma opção de jantar: arroz de tomate malandrinho, migas, azeitonas, broa de Avintes, caldo verde sem chouriço, uma salada pimentos assados… Que tal? Até os seus amigos vão querer trocar as sardinhas pelas suas iguarias!

caldo

Caldo Verde

Ingredientes:
2 l  de água

450 gr de batata

500 gr de couve galega (cortada para caldo verde)

1 colher (de sopa) de sal grosso

2,5 dl de azeite

Confecção:

Põem-se ao lume numa caçarola a água e o sal; Logo que comece a ferver, deitam-se as batatas descascadas e cortadas aos bocados.
Estando cozidas esmagam-se voltando a colocá-las na água da cozedura, juntando as folhas de couve cortadas para caldo verde, depois de bem lavadas em duas ou três águas.
Junte o azeite e deixe levantar fervura por dois ou três minutos com a caçarola destapada, para a couve ficar bem verde.
Acompanhe com broa de milho ou pão de centeio.

tomate

Arroz de tomate

Ingredientes:

1 chávena de arroz

1 dl de azeite

1 cebola

300 gr de tomates maduros

2 chávenas de água

q.b. de sal

q.b. de pimenta preta

Confecção:

Lave bem os tomates e retire-lhes o pé e corte em pedacinhos pequenos. Num tachinho leve o azeite com a cebola bem picadinha a refogar. Assim que alourar junte os tomates picados. Mexa novamente e deixe refogar o tomate até que se comece a desfazer. Junte a água e deixe ferver. Tempere de sal e pimenta e junte o arroz.
NOTA: Para um arroz malandrinho junte 3 chávenas de água em vez de 2.

salada

Salada de Pimentos

Ingredientes:

1 pimento vermelho

1 pimento verde

1 pimento amarelo

2 tomates grandes ou 300 gr de tomate cereja

1 cebola roxa, média

azeite e vinagre a gosto

sal e pimenta q.b.

Confecção:

Asse os pimentos na chapa, ou espete-os num garfo e asse-os directamente na chama, até que a película que os reveste se apresente com aspecto de queimada. Mergulhe-os numa tigela com água fria durante alguns minutos. Retire-os e pele-os (a película exterior deve sair facilmente). Abra-os a meio e limpe-os de grainhas. Corte-os em tiras grossas. Corte a cebola em meias luas finas e os tomates em gomos (se usar tomate cereja, corte-os em metades). Numa tigela misture tudo e tempere de azeite, vinagre, sal e pimenta a gosto.

migas

Migas de feijão-frade

Ingredientes:

Grelos de nabo (se não encontrarem ou não for altura, couve de caldo verde resolve)
Feijão-frade previamente demolhado
broa de milho (broa do Museu do Pão, de Seia)
Azeite
Alho
Confecção:
Comece por cozer os grelos e o feijão-frade, separadamente em água temperada de sal.
Entretanto esfarele a broa com ou sem a côdea (ao critério de cada um) e reserve.
Pique os dentes de alho bem miúdos e leve a aquecer juntamente com o azeite no fogão ou no microondas. (Atenção: é só para aquecer o azeite com o alho para este libertar o seu aroma, não é para o alho fritar)
Assim que os grelos e o feijão estiverem cozidos escorra-os separadamente, guardando um pouco da água de cozedura dos grelos.
Pique os grelos grosseiramente e junte-os à mistura de azeite e alho. Misture a broa esfarelada e o feijão-frade escorrido. Misture bem.
Junte agora um pouco da água de cozer os grelos, de modo a que as migas fiquem ligadas, e mais ou menos secas conforme o gosto.

E boas marteladas!

Receita: Francesinha vegetariana

INGREDIENTES:
Francesinha:
4 ovos
4 folhas de couve branca
12 fatias de pão de forma
20 fatias de queijo flamengo
4 salsichas vegetarianas ( de batata ou de soja)
Molho:
1 cebola
8 tomates maduros
1 cerveja sem álcool
1 de caldo de legumes
salsa picada
picante a gosto
PREPARAÇÃO:
Molho:
Primeiro faça um refogado com azeite utilizando cebola. Junte o tomate (previamente triturado no liquidificador até formar polpa). Tempere com sal, a salsa e envolva tudo muito bem. Junte-lhe a cerveja, deixe cozinhar uns minutos e acrescente o caldo de legumes. Deixe ferver e verifique se os temperos estão a seu gosto. Se o molho estiver muito líquido acrescente um pouco de Maisena ( junte uma colher de sopa de Maisena em meio copo de água à temperatura ambiente) para engrossar um pouco.. Aguarde uns 5 minutos mexendo sempre e depois passe a varinha mágica até o molho ficar uniforme. Finalmente, junte um pouco de picante a gosto.
Coza a couve em folhas inteiras. Frite os ovos. Parta a salsicha em 4 fatias.
Faça a montagem da francesinha por esta ordem: 1 fatia de pão, queijo, couve, salsicha, 1 fatia de pão, ovo, 1 fatia de pão e queijo ( o queijo deve ser suficiente para cobrir a parte de cima e as quatro faces).
Leve ao micro-ondas durante 30 segundos e, finalmente, verta o molho por cima das francesinhas.
Fonte: Blogue da Formadora de Formadores e Demonstradora Nacional do Método DeRose, Marta Pessanha (in, http://mundoxana.blogspot.com/2010/06/receita-francesinha-vegetariana.html)

Receita: Smoothie de banana e morango


Vai precisar de:
- 3 Bananas maduras e congeladas
- 1 Chávena de morangos frescos ou congelados
- 1/2 de iogurte natural
- 2 Colheres de sopa de mel
- Alguns cubos de gelo

Para Fazer:
Ponha todos os ingredientes na liquidificadora e misture bem.

Receita: tortinha brownie de avelã

Mais uma loucura, uma verdadeira tentação…Visita este blogue!

Ingredientes
1/2 chávena de açúcar de confeiteiro
40g de manteiga
1/4 de chávena de avelã picada
125g de farinha de trigo

Recheio
60g de chocolate meio amargo
30g de manteiga
1 colher (chá) de essência de avelã
1 ovo
1/2 chávena de açúcar de confeiteiro
1/4 de chávena de farinha de trigo
1/4 de colher (chá) de sal

Preparação
Bata a manteiga e o açúcar até que esteja um creme claro e fofo. Adicione a farinha e a avelã, misture só até que esteja incorporado. Forre 10 forminhas e leve para assar em forno pré-aquecido 190˚C por aproximadamente 20 minutos.

Recheio
Derreta o chocolate e a manteiga em banho-maria ou no microondas. Acrescente a essência de avelã e misture bem. Deixe amornar.
Bata o ovo com o açúcar até que fique um creme claro. Junte a mistura de chocolate derretido e a farinha e o sal peneirados, incorporando delicadamente. Despeje essa mistura na massa já assada e asse novamente em forno 160˚C por aproximadamente 20 minutos ou até firmar, sem prejudicar a cremosidade do centro. Deixe arrefecer e leve ao frigorífico até à hora de servir.

Rende: 10 tortinhas.

E bom apetite!…