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Uma bússola nas relações humanas

Código de ética: bússola no caminho do autoconhecimento

As boas relações humanas serão o reflexo da prática extremosa do Código de ética, explorado por Pátañjali. Tarefa difícil que nos impele à constante auto-superação (tapas) na relação com os outros, eliminando usurpações, condicionamentos, preconceitos, egocentrismos, manipulações e cobranças; e acrescentando transparência, aceitação, tolerância, prazer, crescimento e evolução.

Mas tal como as “dores de crescimento”, faz parte e quando observamos o que já foi construído, o ser humano fantástico em que todos os dias nos tornámos, cada vez mais polidos e felizes, continuamos a caminhada com mais prazer ainda, com mais devoção, com mais vontade e o prazer de ver a obra sendo construída, num processo sempre inacabado aumenta essa adrenalina de cada vez querer mais e melhor.

Yamas (proscrições)

  • ahimsá (não agredir);
  • satya (não mentir)
  • astêya (não roubar)
  • brahmáchárya (não dissipar a sexualidade)
  • aparigraha (não cobiçar)

Niyamas: (prescrições)

  • sauchan (limpeza)
  • santôsha (alegria)
  • tapas (alegria)
  • swádhyáya (auto-estudo)
  • íshwara pranidhána (auto-entrega)

Agora, vamos à prática?

Visita a DeRose Shop!

Olhares de Nyasa – Prof. Luís Lopes e Prof. António Pereira

Todos os alunos do Método DeRose estão desde já convidados a aparecer e a participar nesta tertúlia que se vai realizar sábado dia 6 de Agosto na Unidade Boavista a partir das 21 horas.

Contudo, vai haver um jantar gregário às 20 horas e quem estiver interessado em estar presente deve desde já comunicar ao seu instrutor e realizar o pagamento de 15€. A sua reserva deve ser feita no máximo até quarta-feira!

A tertúlia será conduzida pelo Prof. Luís Lopes com a participação do Prof. António Pereira. A identificação de condutas, saberes e hábitos dos lideres, na cultura DeRose.

É com o nosso espirito de união que vamos estar reunidos em conversa, entre alunos, instrutores, professores e directores de todas as unidades.

Filigrana de Sabedoria – Mês de Julho

A importância do toque

O toque pode ser estimulante ou desestimulante. Pode ser carinhoso ou grosseiro. Pode ser mais simplesmente, um toque neutro. Quase sempre, as pessoas tocam seus parceiros sexuais de maneira inadequada. Não se detêm em considerar que nesse momento especial estão com o poder de transformar a vida de um outro ser humano e a sua própria, dependendo de como olhem, como modulem a voz, o que digam, como toquem.
O toque é uma arte que precisa ser desenvolvida. Nenhum exercício é mais eficiente que a decisão de estar atento a cada toque que aplique daqui para a frente em seu companheiro, em seu amigo, em seu cãozinho, em uma flor, em um objecto inanimado. Tocar é sagrado. É o momento em que os campos elétricos do seu corpo se conectam com os de um outro corpo. Ocorrem trocas energéticas que sempre influenciam a saúde e a felicidade.

DeRose

Texto extraido do blogue da nossa instrutora Marta Pessanha

A Árvores dos Amigos

Há pessoas que cruzam o nosso caminho, as que o percorrem do nosso lado e as que vemos entre um passo e outro.

A todas chamamos de amigos. São muitos, como as folhas de uma árvore.

Os primeiros são o amigo-pai e o amigo-mãe, que nos mostram o que é ter vida.

Depois vem o amigo-irmão, com quem dividimos o nosso espaço.

Há os amigos de peito. São verdadeiros, sabem o que nos faz feliz.

Às vezes, um deles estala nosso coração e então o chamamos de amigo-namorado, que dá brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios, pulo aos nossos pés. Há os que são amigos por um tempo, talvez um dia ou uma hora. Eles colocam sorrisos na nossa face enquanto estão por perto.

Há os que estão longe, que ficam nas pontas dos galhos, e aparecem quando o vento sopra.

O tempo passa, o Outono chega e perdemos algumas das nossas folhas. Mas elas continuam alimentando as raízes com lembranças de momentos maravilhosos.

Desejo a você, folha da minha árvore, paz, amor, saúde, sucesso e prosperidade. Cada pessoa que passa em nossa vida é única, deixa um pouco de si e leva um pouco de nós.

Esta é maior prova de que duas almas não se encontram por acaso.


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As Três Peneiras


Três Peneiras

Olavo foi transferido de departamento, e logo no primeiro dia, para fazer media com o novo chefe, saiu-se com esta:

- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele…

Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, apartou:

- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?

- Peneiras? Que peneiras, chefe?

- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?

- Não, não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram.

Mas eu acho que…

E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:

- Então sua historia já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

- Claro que não. Deus me livre, chefe – diz Olavo, assustado.

Então, – continua o chefe – sua historia vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse facto ou mesmo passá-lo adiante?

- Não, chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar – fala Olavo, surpreendido.

- Pois é, Olavo, já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras?- diz o chefe, que continua: Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo destas três peneiras: VERDADE – BONDADE – NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:

PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDEIAS

PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS

PESSOAS MEDIOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.


Seja positivo!

Pelo trabalho de qualidade desta campanha, e pela mensagem, vamos partilhar o video

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Dica de responsabilidade social: Aproveitar as coisas belas e simples da vida

Estar em sintonia com a natureza. Escreve a tua lista preferida! Aqui deixo umas sugestões retiradas de um blogue que costumo acompanhar:
1 – mergulhar no mar (o daqui do norte, que aprendi a amar) e ficar o máximo de tempo debaixo de água, apreciando este outro mundo onde me sinto tão bem. Repetir até ficar com as pontas dos dedos engelhados;
2 – num dia de mar calmo, ir “boiar” de olhos fechados, entregando-me ao sabor das ondas (tomando as devidas precauções, ou seja, dizer ao Zé Manel: “vou boiar, se vires que me estou a afastar grita por mim…”). Só sair da água quando ficar com as pontas dos dedos engelhados ou os meus dentes começarem a bater, o que acontecer primeiro…;
3 – encontrar uma bela encosta, e rebolar – pelo meio das ervas – por ela abaixo (tendo o cuidado de verificar primeiro se não há pedras muito grandes…);
4 – escolher um local longe das luzes artificiais (no Gerês, bem lá em cima, é óptimo) e observar (e contar…) a “chuva de estrelas” que ocorre em meados de Agosto;
5 – subir às árvores e ficar empoleirada nos ramos (e se for o caso saborear um fruto colhido no momento);
6 – ir às amoras e vir embora sem nenhuma, mas com a língua azul…;
7 – ficar sentada na praia, ao pôr-do-sol, sentido os últimos raios de sol no rosto e, de olhos fechados, escutar as ondas do mar;
8 – Caminhar descalça sobre a erva (sabiam que é um bom “remédio” para o jet lag?), de preferência com a terra húmida;
9 – Dormir ao relento, bem longe da “civilização” (o Gerês é um sítio óptimo…) e acordar, bem cedo, com os primeiros sons da manhã;

10 – Subir ao alto da montanha (…) e ficar apenas a sentir o vento!

Texto extraído de aqui.

Paradigmas

“Uma analogia melhor seria dizer que mudar de paradigma é como escolher uma nova ferramenta para realizar um velho trabalho”

Confere todo o texto deste post do Blog do DeRose em: Por que um paradigma novo substitui um antigo… e vice-versa?

Liberta-te do que escreves

“Liberta-te do que escreves senão
serás para sempre prisioneiro das tuas palavras.
Solta as palavras como quem respira
e sente em cada pausa o suspender da vida.”

http://ondetufores.blogspot.com/2010/12/liberta-te-do-que-escreves.html