Código de ética: bússola no caminho do autoconhecimento
As boas relações humanas serão o reflexo da prática extremosa do Código de ética, explorado por Pátañjali. Tarefa difícil que nos impele à constante auto-superação (tapas) na relação com os outros, eliminando usurpações, condicionamentos, preconceitos, egocentrismos, manipulações e cobranças; e acrescentando transparência, aceitação, tolerância, prazer, crescimento e evolução.
Mas tal como as “dores de crescimento”, faz parte e quando observamos o que já foi construído, o ser humano fantástico em que todos os dias nos tornámos, cada vez mais polidos e felizes, continuamos a caminhada com mais prazer ainda, com mais devoção, com mais vontade e o prazer de ver a obra sendo construída, num processo sempre inacabado aumenta essa adrenalina de cada vez querer mais e melhor.
Yamas (proscrições)
- ahimsá (não agredir);
- satya (não mentir)
- astêya (não roubar)
- brahmáchárya (não dissipar a sexualidade)
- aparigraha (não cobiçar)
- sauchan (limpeza)
- santôsha (alegria)
- tapas (alegria)
- swádhyáya (auto-estudo)
- íshwara pranidhána (auto-entrega)
Agora, vamos à prática?
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