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Quanto vale um dia na sua vida?

Quanto você pagaria por mais um dia de vida? Hoje, provavelmente, não pagaria nada, pois acredita que está longe daquele momento fatídico. No entanto, imagine que o tempo passou e que você está na hora da verdade. Por motivo de acidente ou doença, é informado de que este é o seu último dia de vida. E que alguém lhe conseguisse mais um dia. Quanto você lhe pagaria para viver mais 24 horas?

Certamente, você lhe daria tudo o que tem por um dia a mais de vida. Pense, agora, quanto vale um ano a mais de vida? Quanto valem dez anos a mais? Pois isso é o mínimo que o Método DeRose lhe proporcionará, desde que você se dedique com disciplina, pratique metodicamente e incorpore os preceitos deste sistema. Quanto vale, então, em termos de investimento de tempo, de dinheiro ou de dedicação o estudo da Nossa Cultura?

No dia em que decidiu praticar o Método DeRose você deu uma grande guinada no seu futuro. No dia em que leu o primeiro livro da nossa filosofia começou a consolidar essa mudança de destino. Quando alterou os seus hábitos, substituindo-os por outros mais saudáveis, conforme ensina esta corrente, você contabilizou mais dez, vinte ou trinta anos de vida. Ao travar contato pessoal com uma escola da nossa linhagem, passou a cultivar qualidade de vida naqueles 10, 20 ou 30 anos que está incrementando à sua existência.

O que você precisa a partir de então é de estabilidade nessa decisão. Precisa ter persistência, disciplina e permanecer nesta reeducação comportamental. Quanta gente há que está numa boa casa, num bom trabalho, numa boa relação afetiva e resolve mudar só “para variar”? Há quem pare de praticar a Cultura que propomos para fazer outra coisa, ou por ter-se mudado de residência e estar morando longe de uma boa escola, por motivos de família ou por falta de tempo.

Na verdade, nenhuma dessas desculpas justifica a interrupção, até porque você pode continuar praticando através de livros, CDs e DVDs. A razão verdadeira é a instabilidade, é não conseguir se dedicar a alguma atividade por mais tempo. Quanta coisa você já começou e não continuou, não é mesmo? Pois a Nossa Cultura merece uma atenção especial. Merece que você invista nele. Merece prioridade. Aplicando prioridade ao Método DeRose, você verá que há tempo, sim senhor, para ele em seu dia-a-dia. É só colocá-lo em primeiro lugar na sua agenda. Depois, preencha os demais compromissos no tempo que sobrar. E não o contrário.

“I’m the master of my fate, I’m the capitan of my soul.”

Com a prática regular do nosso sistema, você vai perceber câmbios radicais, vai tornar-se o comandante dessa nave que é a sua vida. Em pouco tempo, estará interferindo positivamente em todos os eventos da saúde, da família, da vida afetiva, das finanças, mesmo aqueles que pareciam não depender de você. Tudo o que precisa é manter ritmo e estabilidade na dedicação à filosofia que preconizamos.

DeRose

Aprenda dicas essenciais para poder tomar as redeas da sua vida, e não se deixar vencer pelo stress diário, no curso de “administração de stress” com o Diretor Eduardo Cirilo

Método DeRose; enfâse em administração de stress

O Método DeRose é uma proposta de qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tónus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontracção emocional e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da consciência e ao autoconhecimento.

Fonte: (Excerto do Livro “Método DeRose: Qualidade de Vida”; DeRose)

Esta semana vamos gerar maior ênfase no estudo e esclarecimento do tema administração de stress.

Podemos conceituar stress como a falta de energia para suplantar os desafios de nossa vida moderna. Veja o quadro a seguir:

No cenário 1, do quadro acima, temos uma pessoa com dificuldade de administrar o stress, afinal o seu nível de energia é menor do que o desafio requer. No cenário 2, possui um patamar superior de vitalidade o que facilita suplantar os desafios cotidianos.
Caso a pessoa se encontre no cenário 1, como fazer para conquistar o patamar do cenário 2?

Precisamos de uma metodologia recorrente que mantenha o indivíduo com um excelente nível de energia. Desta forma, conseguimos administrar os desafios com bem-estar, e vivenciar seu dia-a-dia com muito mais facilidade e poder de realização. O desafio não desapareceu, a pessoa não precisou de se mudar para as montanhas e de se isolar da sociedade para resolver seu stress, bastou aumentar seu potencial energético. A pessoa torna -se muito mais realizadora e extremamente ativa.

No âmbito físico, o praticante trava contato com técnicas orgânicas que geram flexibilidade, consciência corporal e tónus muscular. Os respiratórios promovem uma expansão da bioenergia.

No setor emocional, possuímos técnicas que promovem uma verdadeira reprogramação emocional.

Por fim atuamos na mente com técnicas de concentração e meditação para alcançar uma diminuição das instabilidades da consciência.

Fonte: Gustavo Oliveira – Método DeRose Vila Mariana

Dia 11 de Fevereiro vai-se realizar o curso de administração de stress, com o Diretor do Espaço Antas Método DeRose: Eduardo Cirilo. Entre em contacto com o nosso espaço, ou se é aluno informe-se  junto do seu instrutor para marcar a sua reserva.

DeRose Pro Europa 2012

Conferência Janelas de Oportunidade – 26 Janeiro – Centro Empresarial Lionesa

Quinta feira às 19 horas, vai-se realizar nova conferência “Janelas de Oportunidade”, o tema será “Moda & Calçado aquém e alem fronteiras” com Miguel Vieira, Katty Xiomara, Victor Hugo, Alexandra Macedo e António Pinho.

Não perca!

O que é uma codificação

“Imagine que você ganhou como herança um armário muito antigo (no nosso caso,de cinco mil anos). De tanto admirá-lo, limpá-lo, mexer e remexer nele,acabou encontrando um painel que parecia esconder alguma coisa dentro. Depois de muito tempo, trabalho e esforço para não danificar essa preciosidade, finalmente você consegue abrir. Era uma gaveta esquecida e, por isso mesmo lacrada pelo tempo. Lá dentro você contempla extasiado um tesouro arqueológico: ferramentas, pergaminhos, sinetes, esculturas! Uma inestimável contribuição cultural!

As ferramentas ainda funcionam, pois os utensílios antigos eram muitos fortes, construídos com arte e feitos para durar. Os pergaminhos estão legíveis e contêm ensinamentos importantes sobre a origem e a utilização das ferramentas e dos sinetes, bem como sobre o significado histórico das esculturas. Tudo esta intacto sim, mas tremendamente desarrumado, embaralhado e com a poeira dos séculos. Então, você limpa cuidadosamente e arruma a gaveta. Pergaminhos aqui, ferramentas acolá, sinetes à esquerda, esculturas à direita. Depois você fecha de novo a gaveta, agora sempre disponível e organizada.

O que foi que você tirou da gaveta? O que acrescentou? Nada. Você apenas organizou, sistematizou, codificou.

Pois foi apenas isso que fizemos. O armário é o Yôga Antigo, cuja herança nos foi deixada pelos Mestres ancestrais. A gaveta é um comprimento de onda peculiar no inconsciente coletivo. As ferramentas são as técnicas do Yôga. Os pergaminhos são os ensinamentos dos Mestres do passado, que jamais teríamos a petulância de querer alterar. Isto foi a sistematização do SwáSthya Yôga.

Por ter sido honesta e cuidadosa em não modificar , não adaptar, nem ocidentalizar coisa alguma, nossa codificação foi muito bem aceita pela maioria dos estudiosos. Hoje, esse método sistematizado no Brasil existe em todos os Continentes. Se alguém não o conhecer pelo nome de SwáSthya Yôga, conhecerá seguramente pelo nome erudito e antigo: Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga.

Seu nome já denota as origens ancestrais uma vez que o Yôga mais antigo (pré-clássico, pré-ariano) era de fundamentação Tantra e Sámkhya. Compare estas informações com o quadro da Cronologia Histórica publicado originalmente no meu livro Yôga Sútra de Pátañjali, editado sob a chancela da Universidade de Yôga.”

Através da leitura desde livro você conhecerá a trajetória de um dos mais reconhecidos reeducadores comportamentais, com um texto fácil e agradável que esclarece e ao mesmo tempo diverte. Este é um livro obrigatório na biblioteca de todo bom praticante de SwáSthya Yôga, pois oferece grandes ensinamentos e um vasto universo de conhecimento de um homem que dedicou toda a sua vida e o seu carinho em nome de uma Filosofia.

Este texto foi extraído do livro Quando é Preciso Ser Forte, do Mestre DeRose.

Fonte: http://yogasbc.com.br/blog/index.php/tag/quando-e-preciso-ser-forte/

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As técnicas que ensinamos vão para além da sala de aula!

“O praticante começa a fazer exercícios respiratórios em sala de aula e aprende a executar uma respiração completa, nasal, silenciosa, lenta e ritmada. Em suma, aprende a respirar certo. Seria uma estupidez aprender a respirar certo e, em seguida, terminar a classe e sair respirando errado.

Na sala de aula aprende-se, na vida aplica-se o aprendizado. Caso contrário, seria como se você fizesse um curso de contabilidade, mas só aplicasse dentro da escola de contabilidade, mas fora da escola, não a utilizasse. Para que serviria, então, ter aprendido contabilidade? Assim, o praticante mais avançado vai incorporando um reflexo de respirar o tempo todo da forma como treinou durante anos. Ou seja, pouco a pouco, na sua vida privada no seu trabalho, nos desportos e durante o sono, vai praticar pránáyáma 24 horas por dia. O mesmo ocorre com as demais técnicas.”

Fonte: “Encontro com o Mestre”; DeRose; Ed. Afrontamento

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Esta Sexta-feira temos jantar gourmet indiano e momento cultural

Dia 20 de Janeiro está programado um jantar gourmet indiano no restaurante Mendi, às 20 horas.

O Mendi é um espaço de tom intimista, que proporciona cozinha indiana de grande qualidade. O exotismo apaixona quem por lá passa, acompanhado com os sabores e cores indianos. A ideia é deixarmo-nos levar pela experiência da cor e do paladar e pela boa companhia de todos que vão estar presentes.

A seguir ao jantar gourmet temos agendado um momento cultural, em que vamos ao Clube Literário do Porto ver um concerto de Jazz que inicia às 23 horas. Convidamos todos a estarem presentes porque é um óptimo sitio para se frequentar e com uma óptima programação.

O Clube Literário do Porto é um espaço de tertúlia, de ambiente calmo e descontraído, que funciona da tarde até à noite: eis uma boa opção para quem prefere a conversa à dança. Dividido em cinco pisos, tem um piano bar, sala para exposições, galeria, livraria e auditório. No piano bar ouve-se música ao vivo nas noites de sexta e sábado e na última sexta-feira de cada mês há “Jazz no Clube”. A entrada é livre para todos os eventos.

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Blog do Mestre: Meu Pai (capitulo do livro Eu me lembro…)

Lembro-me do meu pai. Era um homem simples, mas, como toda a gente da aldeia, vivia feliz. Devia ter uns trinta anos de idade e já estava bem consumido pelo trabalho na lavoura, pelo sol inclemente e por alguns acidentes. Havia perdido um dedo cortando lenha. Por sorte, a ferramenta era de cobre e partiu-se antes de decepar os outros dedos. Mancava um pouco por ter sido mordido no pé por um bicho peçonhento que ele não chegou a ver. Só sentiu a dor da picada e ficou dias de cama com febre. Quando se recuperou, seu pé estava endurecido como uma pedra e havia perdido o tato. Contudo, os dentes fortes constituíam seu orgulho. Gostava de sorrir por qualquer razão, pois era pretexto para mostrar que não havia perdido nenhum dente, coisa rara naquela idade avançada. Os únicos que passavam muito dessa idade eram os sábios que viviam e se alimentavam de outra forma e jamais executavam trabalhos braçais sob o sol e a chuva, nem estavam sujeitos aos ataques dos animais selvagens. Certa vez, conheci um sábio ancião com suas longas barbas brancas, símbolo da sabedoria que lhe permitira atingir tão dilatada longevidade. Acho que tinha o dobro da idade do meu pai.

Nunca vi meu pai zangado com coisa alguma. A única vez em que ele começou a ficar mais sério por causa de uma disputa com um vizinho sobre a propriedade de umas frutas, minha mãe colocou a cabeça dele em seus seios, acariciou seus longos cabelos muito negros e disse-lhe:

– A árvore está plantada fora do nosso terreno e fora do dele. Você plantou a árvore quando nosso primeiro filho nasceu. Mas quando ele faleceu, você não cuidou mais dela. O vizinho cuidou da árvore a partir de então e acha que tem direito sobre ela. Nós temos sido muito amigos desde que nos conhecemos, e ele nos ajudou e nós o ajudamos muitas vezes. As frutas que caem da árvore não podem ser motivo de conflito. Percebi que ele aprecia nossas flores. Amanhã vou me oferecer para plantar umas mudas no terreno dele e vocês fazem as pazes.

Meu pai começou a sorrir e beijar o colo da minha mãe. Logo estavam se amando como duas crianças. É que no lugar onde passei minha infância, os adultos não escondiam dos filhos os seus atos de amor. Por outro lado, meninos e meninas brincavam livremente e faziam suas descobertas sob o olhar benevolente e carinhoso dos mais velhos. Nossa civilização era alicerçada na liberdade e achávamos que todas as experiências prazerosas deveriam ser saudáveis, e nós as cultivávamos. As dolorosas deveriam ser prejudiciais e nós as evitávamos. Nós e todos os animais à nossa volta tínhamos a mesma opinião.

Fonte: http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/meu-pai-capitulo-do-livro-eu-me-lembro/

Loja do Yôga: http://yogashop.com.pt/livro-eu-me-lembro.html

Exposição de Escultura da nossa aluna Catarina Araújo

No nosso momento cultural agendado para este sábado vamos estar presentes na exposição da nossa querida aluna Catarina Araújo. Não só os alunos como todos os interessados podem conhecer o seu trabalho de escultura que estará exposto no atelier Lófte. Contamos com a presença de todos pelas 15 horas no local do evento.

Convite

TRÊS é uma mostra de três exposições individuais, que têm como único elemento de união o seu local e data de apresentação. Conta com obras de Catarina Braga Araújo, Sofia Azevedo e Mário Martins Antunes, apresentado o projecto desenvolvido no último ano das suas licenciaturas em Escultura.

As peças apresentadas anunciam aquilo que consideramos exemplo no exercício da Escultura, dentro das Belas Artes do Porto. Esta exposição será tomada como um ensaio, uma oportunidade para que nós, enquanto produtores e espectadores, possamos reflectir sobre o acto de exposição a solo/individual.

Inaugura no dia 12, quinta-feira, às 18h00 no Lófte (Rua dos Caldeireiros, 43).

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Pújá, a força da gratidão

O pújá em si é algo espontâneo, um comportamento inato e instintivo de gratidão, reverência e lealdade. Encontra-se presente no âmago de cada ser humano e remonta a tempos imemoriais de todos os lugares do planeta.

Tal gratidão  é uma atitude universal, observada no cotidiano sob as mais variadas manifestações culturais, sejam filosóficas, artísticas, cívicas, políticas, religiosas ou científicas.

Para exemplificar, classificamos como pújá: uma criança oferecendo espontanemente uma maçã à sua professora antes da aula; um estudante homenageando  os pais ao concluir a faculdade; um soldado honrando o seu país ao hastear a bandeira; um discípulo reverenciando e defendendo o seu Mestre e a sua linhagem, entre os outros. Para ser designado como pújá, é preciso haver um sentido hierarquicamente ascendente: parte do aluno ao professor, do filho aos pais, do devoto à divindade, do discípulo ao Mestre. Jamais o contrário.

A intenção por trás do ato é outra relevante característica dessa prática. Significa agir com abnegação e sem esperar retorno, motivado pela satisfação de agradecer, honrar, servir e doar-se. Tudo isso são diferentes formas para demonstrar a generosidade da nossa raça, virtude que nos permite viver e evoluir em sociedade.

(excerto do livro Pújá, A força da gratidão, de Sérgio Santos)

Fonte: http://naianaalberti.blogspot.com/2010/08/puja-forca-da-gratidao.html (blog da instrutora do Método DeRose – Naiana Alberti)

Loja do Yôga: http://yogashop.com.pt/livro-puja.html