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Bolos de batata e cogumelos (salgado)

Bolos de batata e cogumelos (salgado).

De textura cremosa.
Pode escolher acrescentar a maior variedade possível de cogumelos.

Preparação: 20 minutos | Tempo de cozedura: 25 minutos

INFORMAÇÃO NUTRICIONAL
Calorias: 298 Kcal
Açúcares: 0,8 g
Proteínas: 5 g
Gorduras: 22 g
Hidratos de Carbono: 22 g

INGREDIENTES PARA 4 PESSOAS
500 g de batatas brancas, cortadas em cubos
25 g de manteiga
175 g de mistura de cogumelos, picados
2 dentes de alho, esmagados
1 ovo pequeno, batido
1 colher de sopa de cebolinho fresco, picado, e mais um pouco para guarnecer
Farinha, para polvilhar
Óleo, para fritar
Sal e pimenta

PREPARAÇÃO
- Coza as batatas numa panela com água a ferver e algum sal durante 10 minutos até estarem bem cozidas.
- Escorra bem as batatas, esmague-as depois com um esmagador ou garfo e reserve.
- Entretanto, derreta a manteiga numa frigideira. Junte os cogumelos e o alho e cozinhe, mexendo constantemente, durante 5 minutos. Escorra bem.
- Incorpore os cogumelos e o alho na batata, juntamente com o ovo batido e o cebolinho.
- Divida a mistura igualmente em 4 porções e molde-as em quatro bolos redondos. Passe-os pela farinha até o exterior estar completamente revestido.
- Aqueça o óleo numa frigideira. Adicione os bolos de batata e frite em lume médio durante 10 minutos até estarem dourados, virando-os a meio da cozedura. Sirva os bolos de imediato.

Para serem acompanhados de amigos divertidos e da sua salada preferida, claro!
Bom apetite!

Fonte: http://www.receitasvegetarianas.net/303-bolos-de-batata-e-cogumelos/

Coreografia do Método DeRose

Performance de nível Nacional da demonstradora e formadora de formadores no Espaço Cultural Antas Método DeRose, Marta Pessanha.

Para mais informações http:\\www.metododerose-antas.org

Tocamos uma outra dimensão…

” De quando em quando, de alguma forma,
por intermédio de uma graça que transcende nossa compreensão,
rompemos ese ciclo que se perpetua, tocamos uma outra dimensão
do entendimento e somos invadidos por uma nova perspectiva;
jamais poderemos voltar à antiga visão de nós mesmos e da vida.
Embora os moldes habituais tendam, talvez a obscurecer esse momento de clareza,
a partir de então nossos problemas e desafios assumem um aspecto diferente”
Dorothy Macien

Curso de Reprogramação Emocional

Dia 5 de Maio vamos organizar um curso ministrado pelo Prof. Luís Lopes ( Presidente da Federação do Método DeRose Portugal)

COLOQUE AS EMOÇÕES AO SEU SERVIÇO

Existem algumas regras gerais, mas é necessário uma atitude positiva perante algumas armadilhas que se sucedem sem que por vezes nos apercebamos. Há uma ideia generalizada de que certas situações são intransponíveis, o que não é verdadeiro. Na realidade importa principalmente haver uma consciencialização do que se vai passando sem com isso nos deixarmos levar na correnteza das emoções. E a seguir utilizamos as próprias emoções como um poderoso impulsionador de realizações positivas. As fórmulas aplicadas para tal sublimação das emoções são-nos ensinadas pelo Bhúta Shuddhi – fruto do profundo conhecimento do ser humano que há 5000 anos, os Mestres detinham.

Investimento:

ALUNOS
50€ | Inscrições até 1 Maio
60€ | Inscrições após 1 Maio

EXTERNOS
75€ | Inscrições até 1 Maio
85€ | Inscrições após 1 Maio

Vagas limitadas

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Um ónus da liderança

Texto retirado do blogue do Professor António Pereira
Existem momentos na vida, em que temos de fazer aquilo que a nossa consciência nos dita, para ficarmos bem connosco e com o Universo, mesmo que possamos obter resultados um pouco contrários ao pretendido.
“Faça o que o seu coração acha certo – de qualquer forma você será criticado. Você estará perdido se fizer e perdido se não fizer.” Eleanor Roosevelt, citada no livro Pai Rico, Pai Pobre, de Robert T. Kiyosaki e Sharon L. Lechter
Quantas vezes não aconteceu ou ainda acontece, com cada um de nós, o mencionado na citação anterior, em que façamos ou não somos sempre julgados. Esse é um dos ónus do exercício da liderança, sermos sempre criticados por aqueles que não fazem.
Não por eles, mas por nós a única solução é fazer aquilo que nos motiva e achamos que é certo, independente de sermos criticados ou elogiados.
Exerça a responsabilidade da liderança, fazendo e aprendendo com os erros que com certeza irá cometer, porque é o único caminho para obter a excelência em qualquer área.

Atividades da semana

Marquem já a vossa presença nas atividades que agendamos para vocês!

Sexta-feira:
19 horas: Prática em Dupla, com a formadora Marta Pessanha
20 horas: Consciência Corporal, com a formadora Marta Pessanha
21 horas: Ásana Avançado, com a formadora Ana Soares
21 horas: Aula Gourmet, ministrada pelas alunas Fátima Ferreira e Olinda Pessanha

Sábado:
12 horas: Convivência Social, com o diretor e formador Eduardo Cirilo
13 horas: Alta Performance para Coreografia, com a formadora Marta Pessanha

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Pessoas que passam (Capítulo do livro Mensagens, do autor DeRose)

PESSOAS QUE PASSAM, PESSOAS QUE FICAM

Há pessoas, tantas pessoas,
que, ao longo da nossa vida, passam,
como passam as paisagens
pela janela de um trem.
Nada mais são, nada mais querem ser,
senão paisagem.
Bonita, às vezes; passageira sempre…

Mas há outras pessoas
que viajam conosco no mesmo comboio,
que permanecem ao nosso lado por toda a jornada,
compartilhando tudo:
as alegrias e também os momentos difíceis.
A essas oferto minha amizade,
meu coração
e minha alma.

Fonte: http://www.metododerose.org/blogdoderose/amigos/pessoas-que-passam/

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Cinema Out: Amigos Improváveis

Sinopse:
Após um acidente de parapente, Philippe, um rico aristocrata, contrata Driss, um jovem dos subúrbios, praticamente acabado de sair da prisão, para o assistir no dia a dia, e que parece a pessoa menos adequada para a função. Juntos, vão fazer renascer Vivaldi, recuperar “Earth Wind and Fire”, o verbo e o portão, os fatos clássicos e os fatos de treino. Dois universos irão cruzar-se e integrar-se para dar nascimento a uma amizade tão louca, divertida e forte quanto inesperada, uma relação única que vai produzir faíscas e torná-los verdadeiros amigos improváveis.

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Coreografias do Método DeRose

A Origem das Coreografias e a 3ª Característica  do Método DeRose: COREOGRAFIAS

(Texto extraido do livro Tratado de Yôga, do Educador DeRose)


O RESGATE DO CONCEITO ARCAICO DE SEQUÊNCIAS ENCADEADAS SEM REPETIÇÃO


Uma importante característica do SwáSthya é o resgate do conceito primitivo de treino, que consiste em execuções mais naturais, anteriores ao costume de repetir as técnicas. A instituição do sistema repetitivo é muito mais recente do que se imagina. As técnicas antigas, livres das limitações impostas pela repetição, tornavam-se ligadas entre si por encadeamentos espontâneos. No SwáSthya esses encadeamentos constituem movimentos de ligação entre os ásanas não repetitivos nem estanques, o que predispõem à elaboração de execuções coreográficas.

Assim, [A] a não repetição, [B] as passagens (movimentos de ligação) e [C] as coreografias (com ásanas, mudrás, bandhas. Kriyás, etc.), são conseqüências umas das outras, reciprocamente, e fazem parte desta terceira característica do SwáSthya.


As coreografias também não são uma criação contemporânea. Esse conceito remonta ao Yôga primitivo, do Período Neolítico, tempo em que o Homem não tinha religião institucionalizada e adorava o Sol. O último rudimento dessa maneira primitiva de execução coreográfica é a mais ancestral prática de Yôga: o súrya namaskára!


Ocorre que o súrya namaskára é a única reminiscência de coreografia registrada no acervo do Yôga moderno. Não constitui, portanto, característica sua. Vale lembrar que o Hatha Yôga é um Yôga moderno, um dos últimos a surgir, já nos século XI d.c. , cerca de 4000 anos após a origem primeira do Yôga.


Importante: o instrutor que declara ensinar SwáSthya, mas não monta sua aula inteira com formato de coreografia não está transmitindo um SwáSthya 100% legitimo. Quem não consegue infundir nos seus alunos o entusiasmo pela prática em forma de coreografia, precisa fazer mais cursos e estreitar o contacto com a nossa egrégora, pois ainda não compreendeu o ensinamento do codificador.

Fonte: http://metododerose-laranjeiras.blogspot.pt/2011/03/coreografias-do-metodo-derose.html

Loja Virtual: http://yogashop.com.pt/livro-tratado-yoga.html (Preço Especial)

Relembramos os nossos alunos que amanhã vai estrear o novo formato da aula de coreografia, aproveitem para reservar a vossa vaga, porque já estão quase a esgotar!

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O poder do Yôga: uma despretensiosa reflexão

Este texto encontra-se no blogue do Prof. Jóris Marengo

No último curso com o Mestre DeRose que assisti em Buenos Aires, entre tantos momentos de desfrute de conhecimento, um me chamou a atenção.

Mencionava um pequeno texto na nossa ficha médica e pela milionésima vez, nos alertou sobre a importância de não utilizar-se o Método como terapia.

- Seja o que o indivíduo tiver dentro de si, isto será exacerbado pela prática – mencionava ele – Ao ser uma pessoa criativa, ficará muito mais criativo. Quando sua característica for a inteligência, tornar-se-á mais inteligente. E ao manifestar sinais de loucura, ampliará a sua insanidade!

Alerto que as palavras proferidas pelo Mestre não foram exatamente estas. Mas muitas coisas encaixaram-se, principalmente com relação ao equivocado uso do Yôga como terapia. Em nosso julgamento, é desastroso usarmos mudrá, pújá, mantra, pránáyáma, kriyá, ásana, yôganidrá e samyama para este fim.

No entanto, por um lado reforça o conceito de poder do Yôga e por outro, atenta que este mesmo Yôga transcende o bem e o mal: é poder puro, podendo ser canalizado para aonde se desejar. Dependerá do que ele encontrar dentro do yôgin. Está aí mais um motivo da importância na aplicação dos filtros: para que tragamos para a Nossa Cultura indivíduos éticos e saudáveis.

A palavra poder origina-se do indo-europeu poti, que era usada para designar o chefe de algum grupo. Derivou para o grego pótis, que significa maridodespotés, que originou déspota e, finalmente para o latim potis, traduzido como poderoso, capaz de.

O termo está fortemente vinculado ao exercício da vontade sobre outras pessoas e conseqüentemente, associado ao despotismo. Porém, quando procuramos no dicionário, vamos encontrar um significado bastante distinto: capacidade ou possibilidade de fazer uma coisa.

Poderíamos expandir este conceito para a capacidade ou possibilidade de exercer a vontade sobre si mesmo? Curiosamente, se compatibiliza com uma modesta, incompleta, porém instigante, no nosso ponto de vista, definição sobre o Yôga que apresentamos em um post anterior: Yôga é a aplicação da vontade sobre a natureza.

Em nossa opinião, os princípios de reeducação comportamental e orgânica propostos pelo Método DeRose, encaixam-se como uma luva nas definições de poder citadas acima, relembrando-nos dos aspectos de força, poder e energia característicos do Sistema DeRose de aprimoramento integral.

Fonte: (in. http://blogdojojo.com/2011/o-poder-do-yoga-uma-despretensiosa-reflexao/#more-1402)

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